IFTO tem orçamento de R$ 3,6 milhões desbloqueado pelo governo federal e diz que vai regularizar pagamentos

0
23

Verba foi bloqueada em novembro, quando o instituto demonstrou preocupação em relação às despesas. IFTO tem verba de R$ 3,6 milhões desbloqueada pelo Ministério da Educação
Divulgação/Arquivo pessoal
O Instituto Federal do Tocantins (IFTO) anunciou, nesta terça-feira (20), que teve o orçamento de R$ 3.625.559 desbloqueado pelo governo federal. O valor tinha sido cortado em novembro, quando a instituição demonstrou preocupação em relação ao pagamento das despesas.
No anúncio feito nas redes sociais, o IFTO disse que o governo também fez o repasse financeiro de 90% das despesas, possibilitando assim a regularização dos pagamentos que estavam pendentes.
O g1 noticiou o bloqueio da verba, na época. A restrição chegava a 22% do orçamento de funcionamento previsto para o ano de 2022.
LEIA MAIS:
Bloqueio de R$ 3,6 milhões deixa IFTO sem dinheiro para pagar as contas de dezembro
Mais de 2 mil estudantes da UFT podem ter benefícios atrasados pelo bloqueio de verbas do MEC
“Além do bloqueio orçamentário, o referido decreto zerou o limite de pagamentos das despesas discricionárias do Ministério da Educação previsto para o mês de dezembro, impossibilitando a liberação de financeiro para que a Instituição possa efetuar os pagamentos de contratos continuados, bolsas de pesquisa, extensão, capacitação, dentre outros”, afirmou o IFTO, na época.
A instituição havia informado que a única liberação no mês de dezembro tinha sido para a assistência estudantil, que possibilitou o pagamento de benefícios do Programa Nacional de Assistência Estudantil.
A Universidade Federal do Tocantins (UFT) também teve R$ 7,6 milhões bloqueados em novembro. Na ocasião, a instituição informou que o corte poderia impactar o pagamento de bolsas e auxílios, além de atingir também as despesas gerais como contratos de manutenção predial, água, energia e outros.
O g1 solicitou informações da UFT para saber se essa verba também foi desbloqueada pelo Ministério da Educação, mas não houve posicionamento até a publicação dessa reportagem.
Veja mais notícias da região no g1 Tocantins.

Fonte: G1 Tocantins